

OBRIGADO Á TODOS
É a ansiedade do futuro, que iça os dias
E faz chorar as noites, e no calor das horas
Surtam com o desassossego.
Se nas noites e madrugadas aqui descrevesse
Infindáveis horas escreveria, com lágrimas no
Sentimentos.
É inevitável não falar das angústias
Seria insensível se as dissimulasse.
Esse presente, que se mostra, um futuro longínquo faz com descrevo, a insignificância com precisão por que dela fui aluno.
Viver aqui, aí, ou acolá,
Me faz perder o presente
| O povo e o nome, concede na cor, insensível, mente, em juízo pressente.
Iça no seio das gerações, em vida, na vida E perdura, entre os muros da cegueira
Menor o é, em inclusão, princípios, sem Elos, sem laços, desagua nas cores de si, De nós, no arco-íris da vida
Engrandecemos a vida, as origens, unimos, os elos, os laços, em sociedade
Com a vida, em vida, sobrevivemos o caos da ignorância |